Tributo ao Cinema-Terror
Eu não sei dizer ao certo o que é. Não sei. É uma sensação estranha, um gelado que sobe no estômago, um arrepio na espinha, uma vontade de levantar os pés do chão, para que uma mão estranha não venha e agarre.
São portas, maçanetas, escadas, banheiros, estações abandonadas, o sinal da TV que falha...
Aí vem o grito...é de mulher, geralmente...é quase sempre no escuro, para ocultar e não deixar transparecer o terror, a criatura.
Aquele "medinho gostoso" que nos dá...
Você é expectador, o que pode acontecer?!
Não é gostar de sofrer, pois é um medo confortável, que se procura por diversão.
Explícito ou velado...sangue ou susto...a luz que falha até faltar...o quase susto...ou não...o esconderijo que convém...a fuga...
"É melhor trancar a porta!"...Mas a maçaneta gira mesmo assim...
Na verdade é isso que se procura ao ver o Cinema-Terror...
O Cinema-Terror é o cinema de sensações, que também pode nos fazer refletir, mas principalmente sentir...
Gostar do Cinema-Terror é o mesmo que gostar de sentir o amargo na língua, se queixar do gosto, mas querer ainda mais...é um paradoxo, o prazer em sentir medo...
"Até onde eu consigo ver?"
O Cinema-Terror é o cinema de sensações, que também pode nos fazer refletir, mas principalmente sentir...
Gostar do Cinema-Terror é o mesmo que gostar de sentir o amargo na língua, se queixar do gosto, mas querer ainda mais...é um paradoxo, o prazer em sentir medo...
"Até onde eu consigo ver?"
Talvez os leitores não tenham notado, mas eu tenho uma certa predileção pelo gênero terror. O texto acima foi uma coisa que me surgiu na mente enquanto pesquisava sobre o gênero na internet. Espero que tenham gostado, amantes do susto na tela.

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